Em 2013, a imprensa brasileira cobriu a tragédia de forma intensa, mas fria. As manchetes mostravam corpos cobertos por lonas pretas e mães desesperadas. O que Arbex faz é uma antítese da "espetacularização da dor".
Os celulares dos jovens filmavam tudo, mas ninguém conseguia abrir a porta de emergência. O livro critica a falsa sensação de segurança que a tecnologia moderna nos dá. todo dia a mesma noite livro
Arbex demonstra que, após os holofotes da TV se apagarem, os sobreviventes ficaram à deriva. Muitos desenvolveram transtorno de estresse pós-traumático (TEPT) e síndrome do pânico. A solidão do sobrevivente é um dos temas mais comoventes da obra. Em 2013, a imprensa brasileira cobriu a tragédia